Motivos para a depressão

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Não vamos aqui tratar daquela depressão que não tem um motivo específico, apenas aquela sensação de insatisfação com a vida e de inadequação ao mundo. Há razões reais que levam as pessoas à depressão.

Algumas situações difíceis, se não tratadas e resolvidas convenientemente podem levar a pessoa à depressão profunda. A perda de um ente querido pode não ser aceita ou sua falta pode ser sentida tão profundamente que a pessoa perde a alegria de viver, sua vida fica parecendo sem sentido e isso leva à depressão.

Em recente entrevista Scheila Carvalho contou que após a perda de seu bebê engordou e mergulhou em profunda depressão. Isso é muito comum logo após uma perda dessa natureza, mas normalmente após um certo período de "luto emocional" a pessoa normalmente volta ao seu estado anterior, com ou sem a ajuda de um terapeuta.

Esse tipo de depressão é comum porque quando perdemos um ente querido sentimos que se continuarmos nossa vida normalmente seria como se não tivéssemos sentido a perda ou se não déssemos importância a ela, e isso nos causaria um sentimento de culpa muito profundo. Para não lidar com essa culpa, ou para aplacá-la, caímos em depressão como uma espécie de "compensação emocional". É quase como se disséssemos à pessoa que se foi e a quem está à nossa volta: "Eu fiquei e ele(ela) se foi mas veja como estou mal, também estou sofrendo a minha parte".

Se essa depressão perdurar é necessário recorrer a algum tipo de tratamento porque se se prolongar por muito tempo é um sinal de que a pessoa não está conseguindo lidar com a perda e precisa de ajuda.


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Crise mundial provoca suicídios entre empresários segundo jornal português

sábado, 24 de janeiro de 2009

Uma das causas do suicídio é a crise financeira, pessoas que sempre viveram confortavelmente e que de repente se vêem sem dinheiro para nada e nem para honrar seus compromissos não conseguem enfrentar essa 'vergonha' e sem encontrar soluções imediatas para a crise optam pelo suicídio. É o que nos mostra essa matéria do Jornal de Negócios Online.

As crises provocam depressões. E com as crises financeiras não é diferente. A falta de dinheiro para honrar compromissos, a perda de reputação, do emprego e, até, da casa, levam a actos de desespero tão extremos como o suicídio.

São muitas as tragédias pessoais que nos últimos meses têm vindo a lume. A mais recente envolveu o empresário alemão que esteve recentemente nas bocas do mundo quando perdeu centenas de milhões de euros numa operação de "short selling" na Volkswagen, que correu mal.

Este homem, Adolf Merckle, suicidou-se na segunda-feira à noite. Atirou-se para a frente de um comboio, incapaz de resistir à pressão. Católico devoto, não foi o prejuízo financeiro que o matou, mas sim a vergonha. No dia seguinte, o director de uma grande casa de leilões de imóveis dos EUA, Steven Good, foi encontrado morto no interior do seu carro, tudo apontando para suicídio devido à crise económica.

No mês passado, o francês Thierry de la Villehuchet, com 65 anos, que investiu num fundo de Bernard Madoff, também optou por pôr termo à vida. Foi encontrado no seu escritório com os pulsos cortados.

Na Índia, multiplicaram-se os casos de suicídio nos últimos meses. Operadores e corretores no topo da lista, alguns com menos de 30 anos, outros com mais de 70. A mostrar que a crise e a perda do sentido da vida não escolhe idades.

E estes actos desesperados têm também tido consequências fatais para os membros mais chegados da família. No Canadá e na Índia, por exemplo, vários operadores de bolsa com dificuldades económicas arrastaram consigo para a morte as mulheres e filhos.

Muitos especialistas em doenças mentais e assistentes sociais têm vindo a alertar para os estragos que a crise económica e financeira está a provocar em centenas de milhares de pessoas, salientou o "site" espanhol "El Siglo de Torreón". Os especialistas em doenças mentais sublinham que a depressão se está a tornar na principal causa de absentismo e que os casos de suicídio estão a aumentar.

Leia mais em Jornal de Negócios Online - Crise aumenta número de suicídios


É claro que existem outras causas para o suicídio, mas nesse caso é a forma que esses empresários encontram para livrarem-se da vergonha de não poderem honrar seus compromissos.

A mim parece uma solução imediatista pois sempre haverá saídas nem tão dramáticas e que podem solucionar problemas financeiros a longo e médio prazo. Acontece que pessoas que valorizam demais o dinheiro e tudo o que ele pode proporcionar, que centralizam sua vida no poder econômico, quando perdem o dinheiro ficam sem chão e não conseguem se imaginar vivendo outra vida que não seja aquela nos altos círculos e com todo o conforto e luxo a que estão acostumados.

A capacidade de adaptação do ser humano é praticamente inesgotável e infinita, e saber adequar-se a novas situações é uma forma de preservar sua saúde mental e até sua vida. Quando nossa vida toma rumos que não desejamos e que não podemos mudar radicalmente a curto prazo, devemos saber - ou aprender - a nos moldar à nossa nova realidade. Viver olhando para a frente e guiando nossas ações para construir o futuro, e não lamentando o que fomos no passado ou o que perdemos no presente, é uma maneira de aprender a conviver com os revezes da vida.

Mudar o foco de nossa vida também é uma maneira de sobrepujar a crise financeira. Se antes dávamos valor a coisas que o poder econômico nos proporcionava, podemos aprender a valorizar coisas diferentes, que não provém do dinheiro: música, amigos, família. Cultivar outros valores pode ser a diferença entre a vida e a morte, ou uma vida feliz e construtiva e uma vida amarga e sem ideiais.


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Teste permite prever risco de depressão

domingo, 18 de janeiro de 2009

Saúde Mental. Questionário já está disponível 'online', mas só em inglês.

Pessoas com ameaça superior a 10,6% devem ser acompanhadas

Já é possível fazer um teste online para avaliar o risco de depressão. Por enquanto, esta ferramenta desenvolvida por um grupo de investigação financiado pela União Europeia só está disponível em inglês - na página do Departamento de Ciências e Saúde Mental da Universidade de Londres (www.ucl.ac.uk/predict-depression/demograph.php) - mas ainda durante este ano deverá poder ser utilizada em português.

Segundo o coordenador nacional do estudo, Miguel Xavier, explicou ao DN, ao longo de 2009 será discutido como este teste pode ser utilizado, "nomeadamente no âmbito do Plano Nacional de Saúde Mental". Miguel Xavier explica que a ferramenta foi pensada para ajudar os médicos de família nos cuidados primários a prever a depressão nos seus doentes, ou seja, "como um instrumento de saúde pública".

O coordenador nacional do PREDICT, assim se chama o estudo, considera que este é um teste pioneiro. "É a primeira vez que se desenvolve um modelo cientificamente fundamentado, um algoritmo, para fazer a previsão do risco de depressão", diz - uma doença que muitas vezes não é detectada, apesar de ser apontada no Plano Nacional de Saúde 2000-2010 como um problema primordial de saúde pública. Aliás, o plano indica que um em cada cinco portugueses sofre de depressão.

A parte da previsão está ainda menos desenvolvida, indica o professor de psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. É também "muito complexa, uma vez que a relação de causalidade entre os vários factores e a doença não é óbvia".

Este teste segue uma ideia que foi aplicada na cardiologia, o famoso teste de Framingham. Isto, porque tal como nas doenças cardiovasculares, a depressão resulta de vários factores.

(Continue lendo em Diário de Notícias - Teste pioneiro permite prever risco de depressão)


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Mensagem de Natal

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Bom Natal a todos os leitores e visitantes do blog!

E que tenham um ótimo Ano Novo em 2009.


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Abaixo a letargia!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008



Quantas vezes ficamos sonhando acordados, imaginando como nossa vida poderia mudar e então como seria bom... mas estamos dominados por uma espécie de letargia, parece que nos falta força para ir em frente e conquistar o que queremos.

Para conseguir o que sonhamos, em primeiro lugar precisamos estabelecer prioridades, depois traçar um "plano de ação", colocá-lo em prática e aí é só correr pro abraço!

Estabelecendo prioridades

Às vezes queremos muitas coisas, então é necessário colocar tudo no papel e depois fazer uma escala de 0 a 10, porque se você quer mesmo sem bem sucedido, precisa concentrar suas forças em um objetivo de cada vez. Ao estabelecer suas prioridades, seja realista. Se consta, por exemplo: aprender espanhol / arrumar emprego de tradutor de espanhol, mesmo que o segundo tenha uma prioridade maior em termos de "desejo" para você, está na cara que vai ter que aprender espanhol primeiro.

Plano de ação

Nessa segunda etapa, depois de estabelecidas as prioridades e escolhido o sonho que estará em foco, você deve listar tudo o que deve fazer, o que deve mudar em sua vida, etc... para atingir esse objetivo. Fazer cursos, dietas, acordar mais cedo, estudar, etc. Essa fase é muito importante, procure não deixar de fora nenhuma forma de conseguir o que quer.

Colocando em prática

Essa é a parte mais difícil, muita gente para na fase anterior. Nessa fase é a hora de fazer a matrícula no seu curso de para-quedismo, idiomas, ou o que for. Sendo a fase mais árdua, é também a fase decisiva, dependendo de como você se sair nela vai ser vitorioso ou não. Para ajudar, coloque fotos de pessoas que conseguiram o que quer na porta da geladeira, copie testemunhos delas e guarde na carteira. Quando estiver com vontade de desistir leia-os, olhe-os para retirar força para seguir adiante.

Correr pro abraço

Essa parte é a melhor, se você fez tudo direitinho, com certeza não vai demorar muito. Conseguiu? Parabéns. Agora volte à sua lista de prioridades e concentre-se em conseguir outra coisa.

Boa sorte!

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Depressão - doença ou frescura?

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A depressão é uma doença "de verdade" ou pura frescura? Quem nunca teve uma depressão com certeza vai responder que é pura frescura, mas os médicos discordam.

Hoje em dia já é reconhecido pela ciência que a depressão é uma doença e que tem implicações físicas. Não sabem ainda explicar porque, mas o mal funcionamento de certas glândulas parece contribuir para levar algumas pessoas à depressão.

É claro que fatores externos podem contribuir - e muito - quando você já tem uma predisposição. Geralmente a pessoa que é vítima da depressão costuma ter crises ou recaídas, mesmo depois de ter superado a doença.

Alguns medicamentos vêm sendo usados com sucesso para combater quadros depressivos, mas isso não significa que você deva tratar-se unicamento com um clínico nesses casos. É sempre bom recorrer também a um psicólogo ou psicanalista para aprender a lidar com os fatores emocionais ou psicológicos da depressão.

Segundo o psicosite - sintomas da depressão, aí estão alguns sintomas da depressão:

Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjôos. Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário um grupo de sintomas centrais:

* Perda de energia ou interesse
* Humor deprimido
* Dificuldade de concentração
* Alterações do apetite e do sono
* Lentificação das atividades físicas e mentais
* Sentimento de pesar ou fracasso

Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhoria e piora são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho quando durante alguns dias o paciente sente-se bem. Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas simultâneos, aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. Até que se faça o diagnóstico praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que está acontecendo com elas, julgando sempre ser um problema passageiro.

Portanto, se você ou algum amigo apresenta algum desses sintomas é melhor procurar logo o médico, antes que os sintomas se agravem.

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Que tipo de pessoa você é?

domingo, 7 de dezembro de 2008

A vida às vezes parece beneficiar certas pessoas e para elas tudo vem com facilidade, de mão beijada. Costumamos dizer que nasceram "viradas para a lua". Já para outras pessoas parece que o destino virou de costas, esqueceu-se delas e as oportunidades ao invés de aparecerem, minguam.

Notei que independente da forma como o destino trata as pessoas - dando-lhes o que sonham e até antecipando suas vontades ou negando-lhes sistematicamente tudo o que almejam - há basicamente 2 tipos de pessoas: as que miram o que querem e seguem em frente até conseguirem e as que se apegam aos pequenos ou grandes percalços da jornada e dedicam-se a queixar-se deles.

O que torna uma pessoa um poço de lamúrias não é exatamente a forma como a vida a trata e sim a maneira como ela encara o mundo, a si mesma e as outras pessoas. Quem imagina que o mundo todo tem a obrigação de ajudá-lo e prover todas as suas necessidades e ainda por cima satisfazer seus caprichos nunca está satisfeito, sempre encontra um motivo para queixar-se e reclamar.

Por outro lado, quem sabe que a chave para abrir todas as portas está em sua própria mão e que só à custa de esforço e determinação se consegue o que se quer, parte para a batalha e não tem tempo ou energia para desperdiçar com queixumes.

Há dois tipos de pessoas: a que espera sentada e queixosa que os outros providenciem o que precisa ou que facilitem seu caminho e a que aceita a parte boa e a parte má da vida e entende que são faces da mesma moeda, e não perdendo tempo em "medir" quanto de cada porção recebeu, concentra-se em mudar o que não gosta e alcançar o que almeja.

Quem decide que tipo de pessoa você será daqui para a frente é você mesmo. E então, que tipo de pessoa você quer ser?

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O prazer é fundamental

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Tive uma depressão profunda aos vinte e poucos anos de idade, fui encaminhada para um psicanalista, e mesmo depois de ser dada como "curada", saí de lá pela última vez com a recomendação, a exemplo dos escoteiros que têm que fazer uma boa ação por dia, de fazer alguma coisa que me desse prazer todo dia.

Uma das primeiras coisas que se perde quando se cai em depressão é a capacidade de sentir prazer com as pequenas coisas. Ficamos tão obcecados por encontrar coisas ruins para juntar à nossa já tão grande lista de desgraças, que nem reparamos nas pequenas coisas boas. Se não as notamos, tampouco as procuramos.

Inácio (meu psicanalista) me fez prometer que como parte de um tratamento de prevenção de futuras depressões, que todos os dias fizesse alguma coisa única e exclusivamente para sentir prazer.

E foi assim que aos poucos fui descobrindo o prazer de tomar sorvete sentada no banco da praça sem me preocupar com as montanhas de coisas que teria que fazer quando saísse dali ou com o que as pessoas que passavam poderiam estar pensando; descobri o prazer de levantar 15 minutos mais cedo e ir andando para o trabalho, apreciando a paisagem, ouvindo o cantar dos passarinhos, sentindo o sol e o vento na pele. Descobri também o prazer de andar descalça pela casa, de ficar meia hora debaixo do chuveiro deixando a água morna cair.

Foram muitos os pequenos mas nem por isso menos importantes prazeres que eu reconquistei, e depois é claro que senti-me fortalecida para buscar os grandes prazeres: a aceitação de mim mesma do jeito que eu sou, o auto-conhecimento, o amor, o reconhecimento no trabalho.

Quando se está doente - e a depressão é uma doença que atinge corpo e alma - é necessário um período de recuperação, e nesse período reaprenda a sentir prazer nas coisas simples, aquelas que você tinha deixado de lado porque estava muito ocupado ou porque achava que não merecia.

E aí, já fez alguma coisa que lhe dê prazer hoje?

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Quem gosta de mim sou eu

Ser amado é um desejo de todos nós, mas muitos esquecem o mais importante: a primeira pessoa que deve amar você é você mesmo.

Se você não se ama, quem é que vai amar? Se você nunca pensa no que é melhor pra você, nos seus desejos mais primários, quem é que vai pensar? Se você olha no espelho e não gosta do que vê, quem é que vai gostar?

Antes de inspirarmos amor em alguém precisamos estar em paz conosco mesmos, aceitar o que somos e gostar de ser assim. Ou mudar tudo o que não gostamos e aprovar o resultado. Quem está sempre se aperfeiçoando, se melhorando, tem uma chance bem maior de se gostar. Quem está estagnado tem a tendência a pensar só nos outros e esquecer-se de si mesmo.

Quando você faz alguma coisa, a primeira opinião que conta é a sua. Claro que sempre é bom ouvir os outros, mas em primeiro lugar você é quem tem que aprovar.

Não estou fazendo aqui a apologia do egoísmo, existe uma grande diferença em gostar de si mesmo e gostar de si mesmo. De dar importância à própria aprovação e não dar importância alguma ao que os outros seres humanos pensam.

Mas alguém tem que pensar em você em primeiro lugar. Por quê não você mesmo?

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Dirija sua vida

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Conheço pessoas que queixam-se continuamente de que suas vidas não são o que gostariam que fossem, mas não fazem nada para mudar. Contentam-se em lamentar-se e satisfazem-se com as migalhas de piedade que lhes são oferecidas. Sentem-se compensadas dessa forma, creio eu.

Já se disse que só os fortes sobrevivem e essa frase é bem verdadeira, os fracos tendem a sucumbir e permanecer para sempre afundados num mar de auto-piedade. Mas será que piedade é tudo o que você quer em sua vida, a sua própria e a dos outros?

Será que já não está na hora de sacudir esse marasmo e tratar de reformar sua vida, mandando embora tudo o que não está de acordo? Nunca é tarde, mas quanto antes você espantar essa letargia e começar a agir em sua vida, mais cedo ela será parecida com o que você planejou para ela.

Comece afastando as pessoas que lhe fazem sentir-se mal, aquelas que sempre têm pesadas críticas, ironias, aquelas que duvidam de sua capacidade. São vampiros de seu amor-próprio que devem ficar bem longe com seu olhar de seca-pimenteira.

Depois analise seu emprego, será que você realmente gosta do que faz? Seu chefe reconhece o seu valor? Você tem oportunidade de crescer nessa empresa? Se a resposta foi "não" para as perguntas, o que está fazendo nesse lugar? Se for necessário um curso ou um aperfeiçoamento para mudar radicalmente sua vida profissional, que tal começar agora? Mãos à obra, quanto antes você se preparar para mudar sua vida, mais cedo usufruirá dos benefícios.

Por último, olhe para sua família. Eles o respeitam? Aceitam seus direitos e permitem que você tenha seu espaço? Se não, está na hora de começar a impor certos limites. Nem sempre o respeito vem espontaneamente, às vezes temos que conquistá-lo. Em último caso, brigar por ele.

Aí você poderá até mudar seu visual, caso não esteja contente com a sua imagem no espelho. Se isso vai ajudar nas outras mudanças? Não, mas sem dúvida vai deixá-lo mais animado e com mais energia para lutar.

Se sua vida não está do jeito que você quer, existe apenas uma pessoa que pode mudá-la totalmente, e essa pessoa é você mesmo.

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